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Algumas alterações Psicológicas

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A gravidez e o pós-natal são fases na vida do casal que causam várias alterações, tanto a nível físico, como a nível relacional, social e psicológico.
Que nem sempre são compreendidas pelo parceiro!

São frequentes as dúvidas, medos, níveis de ansiedade significativos, receios, fantasias, sentimentos específicos e insegurança. Os medos, estes, são frequentes e adequados ao estado da mulher e têm como consequência os cuidados consigo própria e com a gestação do seu bebé. As preocupações estão muitas vezes associadas ao pós-natal, às crenças relativamente à maternidade e paternidade, ao “saber cuidar” do bebé e ter uma capacidade de resposta eficaz.
É fundamental o esclarecimento de todas as dúvidas, num acompanhamento Pré e Pós-Natal especializado, proporcionando a tranquilidade desejada e ajudando o casal a compreender as emoções que irá enfrentar ao longo dos meses de gravidez e no pós-natal.
 Importante também é a procura da diminuição dos níveis de ansiedade, medos e angústia associados à dor física, de forma a adquirir o equilíbrio físico e psíquico.
 Apesar das diferenças individuais, também as reacções variam de gravidez para gravidez, onde esta pode ser vista de forma suave ou violenta ou que proporciona insegurança ou confiança.
 A gravidez é sempre um processo de mudança, e é esta mudança que deve ser aceite, de forma a compreender todas as alterações associadas e adequar estratégias para lidar com as mesmas.
 As alterações psicológicas mais frequentes no casal são a maior dificuldade no controlo de impulsos, instabilidade emocional, maior irritabilidade, vontade de chorar, apreensão, medo, alegria, elevadas preocupações e vulnerabilidade emocional.
 A gravidez pode proporcionar uma sensação de poder, associada à existência de um novo ser dentro de Si, sentindo orgulho pelo corpo grávido. É esta estabilidade emocional que permite a consciência da maternidade e que vai proporcionar o fortalecimento do vínculo afectivo com o bebé.
 A salientar que as alterações psicológicas são comuns quer no Pai, quer na Mãe e que a presença de comunicação entre o casal é fundamental, de forma a que estas não influenciem significativamente o relacionamento e permitam superar possíveis períodos de maior vulnerabilidade de forma mais adequada e eficaz.

Cláudia Madeira
Especialista doBebé
Psicóloga Clínica
Psy HealthyLife
www.psyhealthylife.com 


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